16 técnicas de oratória que todo mundo deveria saber

Publicado em 05 de abril de 2019

Por Marina Dôliveira (Head de Conteúdo e Professora na Escola Conquer)

Dicas de oratória que podem ser o divisor de águas no êxito da sua apresentação!

Já parou para se perguntar o que é a tão buscada oratória?

Oratória é, nada mais, nada menos, do que a arte de falar bem em público, aplicando técnicas que potencializam a forma com que a informação é transmitida.

Em termos práticos, o que queremos dizer a você é que muitas vezes uma boa oratória não é apenas transmitir uma mensagem, mas torná-la algo original, memorável e emocionante para o público.

Para tal desenvolvimento, é preciso que você tanto conheça as técnicas de oratória, como também esteja preparado para colocá-las em prática.

Isso porque muitas pessoas já têm percebido que para manter e ascender em uma posição profissional e pessoal de destaque no mundo de hoje, a oratória passou a ser um passo fundamental (e cada vez mais exigido) para o alcance desse sucesso.

Afinal, o medo de falar em público já atrapalhou e continua prejudicando muita gente que, apesar de ter uma evidente capacidade técnica, custa em defender e apresentar as suas ideias, têm dificuldades em se posicionar em reuniões e driblar o nervosismo em uma entrevista de emprego…

Ou seja, a falta da oratória é percebida justamente em ocasiões únicas que você tem de se mostrar ao público um profissional de excelência.

Tudo o que falamos acima demonstra que você não pode deixar o bonde passar e ficar a ver navios diante de uma oportunidade que pode ser o divisor de águas na sua vida. Para que isso aconteça e você domine a arte de falar em público, fique atento a estas importantes dicas de oratória.

1. Controlando os nervos

É muito comum que, mesmo depois de toda uma preparação para falar em público, você ainda se sinta intimidado em frente a todas aquelas pessoas. O ponto aqui é que se deixar levar pelos pensamentos negativos logo antes de entrar no palco é uma armadilha perigosa que pode afetar diretamente o seu desempenho na apresentação.

Nós, seres humanos, temos uma parte fisiológica que não podemos nunca esquecer: nosso cérebro e o nosso corpo!

O fato é que eles estão intimamente ligados e isso significa que, ao focarmos em pensamentos negativos, como por exemplo: “vai dar branco”, “não vou saber responder alguma pergunta”, “vão reparar que estou nervoso”, “serei julgado”, entre outros, o nosso cérebro recebe essa mensagem e reforça através de um sentimento de nervosismo, ansiedade e insegurança, os quais, por sua vez, serão refletidos no seu corpo.

Isso quer dizer que o frio na barriga, a vermelhidão no rosto e a tremedeira nas mãos podem ser uma resposta do seu corpo aos pensamentos que você mesmo está transmitindo.

Por isso, a primeira dica de oratória é: antes de controlar os nervos, controle os seus pensamentos!

Ao conectar-se com pensamentos positivos você aumenta a sua autoconfiança no momento de falar em público.

2. Antes de tudo, saiba respirar!

Outro ponto chave para uma apresentação de sucesso – e que também auxilia diretamente no controle dos nervos – é a respiração! Muitos apresentadores acabam focando no conteúdo e na linguagem corporal, mas acabam esquecendo desta etapa essencial na oratória.

Respirar de forma equivocada pode comprometer ainda mais sua autoconfiança, aumentando a tensão e o nervosismo, além de provocar aquela voz trêmula que atrapalha a clareza do discurso que você ficou praticando durante horas.

Como tudo o que se faz na vida deve fazer bem feito, aqui vão umas dicas para que você domine de uma vez por todas a respiração!

A respiração deve ser feita preferencialmente pelo diafragma, exercitá-la ajuda a obter mais gás na sua fala.

Além disso, evite um ritmo muito acelerado, principalmente em frases longas, que possa comprometer sua respiração com a falta de ar. Faça pausas quando possível.

Lembre-se que durante uma apresentação a respiração deve acontecer de forma natural e suave. A respiração muito profunda ou acelerada pode ser vista pelo seu público como sinal de nervosismo.

3. Confiança começa na postura

Uma postura empoderada e segura pode transmitir uma mensagem não verbal de autoconfiança ao seu público, mas também serve como uma ferramenta poderosa para potencializar esse sentimento em você mesmo.

Afinal, se podemos controlar os pensamentos positivos para gerar sentimentos positivos, o mesmo vale com o nosso corpo.

No seu livro “O Poder da Presença”, Amy Cuddy, pesquisadora e professora da Harvard Business School, explica que a nossa postura consegue modelar o nosso comportamento.

Significa que, ao expressarmos a nossa postura de uma maneira confiante, passamos a refletir a mesma mensagem também ao nosso cérebro.

  • Coluna reta, tendo consciência da sua coluna vertebral;
  • Quadril encaixado, evitando ficar com as pernas em postura de informalidade;
  • Ombros, cotovelos e pescoço relaxados, afastando a tensão.

O seu cérebro, percebendo a sua postura, passa a acreditar que você de fato está se sentindo confiante naquele momento e, com isso, transforma aquele nervosismo natural em um sentimento de autoconfiança!

Ficou curioso e quer saber mais sobre o assunto? Confira aqui o artigo “Como desenvolver a autoconfiança para falar em público”.

4. Isso é cara do quê?

Outro deslize muito comum em quem está fazendo uma apresentação, e que eu não poderia deixar de abordar aqui, é a falta de coerência entre o discurso e a expressão facial.

Como estamos vivendo em um mundo de alta tecnologia, acabamos esquecendo de nos expressar… e a falta dessa prática no dia a dia, acaba fazendo com que você leve ao palco a famosa “poker face”. Ou seja, a expressão neutra e enigmática que pode enfraquecer a transmissão da verdadeira emoção do discurso ao seu público.

As expressões não verbais devem ser cuidadosamente pensadas e treinadas para que não passem uma mensagem duvidosa ao público, ou ainda pior, contrária àquilo que você deseja.

Por isso, se o seu discurso abordar um tema de conquista e superação, a sua expressão facial deve seguir o mesmo contexto. Da mesma forma, caso o tema seja delicado ou sério, a expressão facial deve ser naturalmente coerente com o sentimento explorado. Caso contrário, e salvo raras exceções, pouca gente vai acreditar de fato em você e muito menos na mensagem que você desejava tanto passar.

5. Movimento, é natural

Para aqueles que arriscam sair do seu quadrado em uma apresentação, fique atento! Afinal de contas, movimentar-se também é uma arte.

Já é certo e sabido que o movimento traz muita riqueza numa apresentação, até mesmo porque apresentações estáticas podem ser cansativas à plateia a depender do assunto abordado.

O grande cuidado aqui é que se você for se movimentar, este movimento tem que ter um propósito de existir dentro do seu discurso, além de ser feito com suavidade! Caso contrário, parecerá um leão enjaulado, responsável pelas dores no pescoço da plateia.

Por isso, a técnica de movimento deve ser usada com o objetivo de pincelar um certo dinamismo no conteúdo, aproximando o apresentador da plateia e trazendo naturalidade para o discurso.

6. Gestos involuntários, fuja deles!

Outro tema de bastante importância quando o assunto é linguagem corporal são os famosos gestos involuntários.

Muitos apresentadores só vão descobrir que possuem algum gesto involuntário quando tem a oportunidade de se assistir em um vídeo, porque dificilmente alguém da plateia vai abrir o jogo quando o assunto é esse.

Dentre os gestos involuntários mais famosos, podemos citar:

  • Toque incessante no anel ou outros acessórios como colar, brinco e relógio;
  • Levantar as mangas de camisa constantemente;
  • Mexer no cabelo de forma contínua durante a fala.

Apesar de inocente, se o gesto involuntário se mostrar muito frequente na sua apresentação é ele quem tomará a frente e será o destaque, e não mais você.

Com isso, é certo que o público vai dispersar da sua fala e começar a ficar desconfortável com a sua repetição. A dica aqui é antecipar a correção do gesto involuntário antes que ele aconteça.

Por exemplo, utilizar brincos ou colares menores que não te induzam a tocá-los. Dobrar antecipadamente as mangas da camisa ou evitar mangas longas. Prender o cabelo de forma que não atrapalhe durante a fala.

Essas e outras ações são excelentes para evitar mais este obstáculo no sucesso da sua apresentação.

7. P-a-u-s-a-s

Quando o assunto é voz e oratória, impossível não trazer à tona a importância da técnica de “pausar”.

É muito comum nos tempos atuais confundir um bom orador com aquela figura estereotipada de uma pessoa que fala bastante, e ainda, em um ritmo muito acelerado. Não acredite nisso!

Seguir com o discurso nesse formato pode ser muito pior do que se imagina. Isso porque ao acelerar o ritmo da fala, você pode fazer com que seu o público perca a ordem lógica do conteúdo apresentado, além de não deixar com que reflitam ou absorvam os pontos principais do seu discurso.

Ao fazer pequenas pausas (1 a 3 segundos) você ajuda o seu público a seguir de forma ordenada com a estrutura conteúdo da sua apresentação, acompanhando e absorvendo, em tempo real, cada ponto do que está sendo dito.

Quer um conteúdo memorável? Use e abuse das pausas!

8. Tipo, vício de linguagem, né?

Outro grande vilão na oratória são os sorrateiros vícios de linguagem. Eles aparecem entre uma frase ou outra no seu discurso com o objetivo, inconsciente, de preencher aquele espaço vazio ou de apoiar o apresentador na lembrança do próximo ponto do seu discurso.

Fato é que os vícios de linguagem, mesmo tão temidos, podem ser vencidos!

A dica para acabar de vez com eles é, em um primeiro momento, TREINAR e PRATICAR regularmente o seu discurso, com a prática, a tendência natural é que o domínio do assunto faça com que os vícios desapareçam.

Se mesmo com o treino, os vícios de linguagem continuarem batendo à sua porta, em um segundo momento, a dica é substituir pelas pausas. Ao pausar, você aprende a aceitar o silêncio momentâneo e evita o aparecimento do vício de linguagem. Bora praticar?

9. Interaja, existem pessoas ali!

O público é o personagem principal quando o assunto é oratória e muitos apresentadores, devido ao ego, acabam esquecendo de interagir com o seu público. Neste caso, a arte de falar em público passa a ser um mero monólogo, ou seja, apenas uma arte de falar.

A excelente dica que podemos trazer aqui é de que em algum momento da sua apresentação, você, sutilmente, faça uma interação com o seu público, seja por meio de uma pergunta ou até mesmo de uma imagem ou reflexão.

Quando o apresentador se coloca numa posição de troca, além de enriquecer o conteúdo e dar ainda uma maior dinâmica à apresentação, ele passa a ter um presente adicional: a conexão e empatia com o público.

10. Emocione por meio do storytelling

Uma técnica que vem tomando conta dos cursos de oratória é o storytelling. O storytelling é a arte de contar histórias, mas não qualquer história!

A grande lição desta técnica é que muitas vezes o formato com que você escolhe apresentar uma ideia ou abordar determinado tema, pode ser o fator crucial par que a sua apresentação se torne memorável (ou não) para o seu público. Afinal de contas, similar à uma transfusão de sangue, o storytelling nada mais é do que uma transfusão de emoções, do apresentador para o seu público.

Os maiores ganhos em transformar seu conteúdo em uma história é a conexão que você constrói com o público, além da alta assimilação e memorização do conteúdo.

Mas quais os elementos de uma boa história?

  1. EmoçõesBoas histórias provocam emoções no seu público. Por isso, entre a sequência de fatos, é imprescindível que o apresentador explore as emoções, seja através do humor, alegria, desafios, angústia… até chegado o momento de superação! Fazer com que o seu público acompanhe toda a trajetória do personagem principal e do tema, faz com que eles sejam parte da narrativa, torcendo pelo final e absorvendo a conclusão.
  2. ObjetivaA simplicidade e a conexão com o tema tornam as histórias mais fáceis de serem compreendidas pelo seu público. Isso significa dizer que, quanto mais você conhecer o seu público, mais poderá adaptar a sua história abordando elementos em comum, fazendo com que ele não apenas ouça a história, mas se identifique com ela.
  3. ConclusãoToda história contada em uma apresentação deve ter uma missão, seja ela compartilhar uma experiência do apresentador ao seu público, defender uma causa ou ponto de vista, apresentar uma solução, etc. Quer dizer, toda história deve trazer um aprendizado ao público dentro daquele tema a ser abordado. Nada de contar, por contar.

11. Sem desviar o olhar

O contato visual do apresentador com o seu público faz uma enorme diferença quando o assunto é a autoconfiança. O olhar para baixo ou para cima, pode transmitir uma mensagem de insegurança ou até mesmo fazer com que o seu público desconfie do que está sendo dito e perca o interesse.

Mas cuidado! Encarar é diferente de olhar. Fixar o olhar permanentemente em uma ou mais pessoas da sua plateia pode gerar um desconforto ainda mais durante a sua apresentação e não causar uma boa impressão.

A dica aqui é trazer leveza ao olhar, transitando em várias pessoas da plateia, alternando cada ponto, de forma natural e interativa.

Além de você tornar mais dinâmica essa variação de atenção, auxiliando até na movimentação no palco, você poderá observar com mais atenção como a plateia está reagindo a sua apresentação, podendo, inclusive, adaptar o andamento do tema.

12. Conheça o seu público

Quem nunca se sentiu incomodado ao assistir uma apresentação cujo conteúdo já era conhecido e bastante batido? Ou ainda, assistiu uma palestra cujo assunto era tão técnico que não conseguiu compreender nada ao final?

Olha aí outro ponto chave a ser trabalhado quando o assunto é oratória!

Você deve buscar entender, antes da definição do seu conteúdo, o quanto o seu público sabe sobre aquele assunto. Dessa forma, você conseguirá adaptar os temas a serem abordados, ou seja, quais conceitos básicos não precisam ser explorados, abrindo espaço e tempo para focar naquilo que realmente interessa. Ou ainda, por outro lado, sendo uma plateia que desconhece do assunto, definir quais os elementos básicos que são essenciais para a compreensão do tema.

Essa é uma lição de casa a ser feita antes de qualquer apresentação!

13. Recursos de impacto

Com tanta tecnologia à nossa disposição, por que não usar os recursos audiovisuais no momento de falar em público? Cada vez mais as apresentações de sucesso são suportadas por vídeos, imagens ou até mesmo áudios de impacto.

Explorar esses elementos na sua apresentação gera um maior interesse e dinamismo na plateia, afinal, é possível interagir e ilustrar tudo aquilo que estava apenas sendo dito, e ouvido. Outro ganho real no uso dos recursos audiovisuais, é que eles podem servir de suporte na estruturação e condução do roteiro da sua apresentação.

Falhando a memória, este material poderá te apoiar na recuperação do “fio de meada”. Mas atenção! Este material não pode servir de “muleta” para o apresentador.

Qualquer problema técnico no material, caberá ao apresentador, com o domínio do conteúdo, dar seguimento à apresentação. Afinal, o show tem que continuar!

14. Prepara-se sempre!

Decorar ou não decorar? Eis a questão!

O domínio do conteúdo é imprescindível para o sucesso de uma apresentação, porém, é necessário distinguir um texto dominado, daquele decorado. Ao repetir um mesmo texto, você aumenta suas chances de esquecer (o famoso branco) e te exige um cuidado redobrado no momento da apresentação, de forma que não aparente robotizado.

Mas como ter autoconfiança no discurso sem decorar?

Uma dica de ouro é fazer um sumário da sua apresentação, separando por tópicos com um breve resumo e destacando as palavras chaves. Dessa forma, você passa a compreender o contexto principal daquele tópico, dominando o assunto, mas discursando com maior naturalidade.

15. Pergunta, sem resposta?

Outro motivo de frio na barriga na hora de falar em público é a incerteza das perguntas que podem ser feitas pelo público ao final da apresentação.

Mesmo sendo um momento rico de troca de experiências, a sensação de não saber a resposta e ficar com “cara de paisagem” em frente a toda a plateia, tira o sono de muita gente.

Tudo isso, no entanto, pode ser solucionado com a criação de um “Plano B”, ou seja, um planejamento antes da apresentação. Em outras palavras, faça um roteiro das possíveis perguntas que o público poderia fazer em relação ao seu tema (similar a uma FAQ) e já redija uma resposta.

Com isso, você já vai preparado sobre o tópico abordado e demonstrará uma postura de segurança e propriedade do conteúdo à plateia.

Caso você não esteja confortável com o domínio do assunto, uma opção é evitar a sessão de perguntas e permanecer disponível através de outros canais, por exemplo, deixando seu dados de contato no término da sua palestra.

O mesmo vale caso seja feita uma pergunta que você não saiba responder, controle o nervosismo e evite “enrolar” ou “chutar” uma resposta, aja com calma e naturalidade, sinalizando, sem grandes rodeios, que não sabe responder no momento, mas que trará uma resposta disponibilizando os contatos.

A dica é: não invente, não há público que não valorize a franqueza de um apresentador!

16. P-R-E-P-A-R-A

Não adianta escapar, qualquer apresentação de sucesso exige do apresentador uma preparação prévia, tanto pessoal, do conteúdo como também do próprio discurso. A fórmula mágica para o desenvolvimento de um apresentador, da noite para o dia, ainda não existe!

Quanto maior for a preparação inicial, maior segurança você terá no momento de se apresentar efetivamente. Afinal, além de dominar o tema, você terá se preparado para os eventuais imprevistos, antecipando-os.

Com todas essas ferramentas à sua disposição, ficou na cara que falar em público é uma arte que demandará de você muita mão na massa, treino e suor. Por isso, para alcançar sucesso e excelência, é fundamental que você procure cursos que vão te deixar ainda mais preparado na arte de falar em público!

Quer conhecer mais dicas práticas para perder o medo de falar em público e mandar bem nas suas próximas apresentações?

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