O conflito da escolha profissional!

Publicado em 30 de janeiro de 2015

Alguma vez você pensou qual o sentido do trabalho em sua vida? Por que esse e não outro? Ou até mesmo se perguntou se aquilo que lhe dá motivação depende do emprego formal? Pois é com base nessas instigantes questões que Ana Paula Zambrotti Gomes, André Baptista Barcaui, Anna Cherubina Scofano e Dayse Azevedo Gomes Gonçalves iniciam um dos capítulos de seu livro sobre Coaching e Mentoring (Publicações FGV Management para a série Gestão De Pessoas). Convidado que fui para a revisão do texto do livro, considerei o tema muito adequado para trazer aos leitores deste espaço.

Certamente não vou explorar todo o conteúdo original de um livro que ainda está por ser lançado, mas faço questão de citar a fonte de inspiração para essa minha postagem de hoje. Para o tema trabalho, com suas configurações e valores, os pesquisadores são unânimes em admitir que o mundo passa por uma dinâmica incrível desde o final da II Guerra Mundial. Mas a unanimidade não existe quando se quer definir datas (períodos) para as diferentes gerações do pós-guerra.

Os autores do livro pesquisaram em várias fontes e decidiram por uma escolha que sou levado também a aceitar, começando pelos chamados veteranos, que nasceram entre 1925 e 1945, e são identificados como os que se sacrificavam pelo trabalho e eram resistentes a mudanças.  Depois, em linguagem bem difundida entre os profissionais de recursos humanos, vieram os baby boomers (nascidos entre 1946 e 1964); a geração X (de 1965 a 1979); a geração Y (de 1980 a 1993) e a geração Z (pós 1994).

Muitos artigos já comentaram sobre as características típicas de cada geração e não vamos aqui gerar repetições, o que vale é caminhar em direção às perguntas que abriram nosso texto de hoje. Cada uma dessas gerações foi criada em um momento histórico, com desafios e oportunidades até conflitantes. O contexto de vida era diferente, sendo que a geração X foi a primeira a enfrentar o problema geral de pais separados que, por razões específicas, investiam mais na carreira do que em suas famílias. Hoje, a geração Z vive o mesmo problema sob outra forma e impacto, misturando um foco centrado no “eu” com a maior competência de ver o mundo como aldeia global. No meio, convivendo com conflitos de outra natureza, a geração Y assume mais responsabilidade para garantir desenvolvimento e avanços.

Parar não me adiantar nas conclusões dos autores do livro citado, vou me prender às palavras de um conhecido estudioso, meu xará Mario Cortella. Independente de qual seja a geração a que pertence um profissional, é importante que as pessoas exerçam funções com as quais se identificam ou, do contrário, ela não se reconhecerá nos valores da instituição e nem verá sentido no trabalho. A pessoa alheia e infeliz não permanece porque não encontrou afinidade entre o que faz e o que pensa (ou deseja). Cortella complementa: “É preciso se sentir participante de algo que represente um valor maior, pois se isso não acontece, resta só adesão provisória, o prazer imediato e sem sustentabilidade”.

O que enfim eu quis trazer de novo nesta postagem? É uma linha de reflexão para o leitor, em que a associação de premissas entre a pessoa e a sua escolha profissional deixe de dar tanto peso na geração a que ela pertence, passando a priorizar critérios adicionais e não excludentes. Mais significativo é olhar a compatibilidade de valores, anseios e propósitos de vida que a pessoa carrega, o que leva à possibilidade de haver um espírito tipicamente baby boomer no corpo de um jovem de 20 anos, e vice-versa.







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Depoimentos
"Parabéns pelo feito mais que merecido! Vcs têm trazido informações de qualidade, agregando não só a minha vida profissional, mas tb pessoal. Sucesso!!!"
Juliana Garbossa
"Parabéns para a equipe Cloud Coaching ! Acompanho diariamente os posts."
Luciana Furquim
"Parabéns! O conteúdo tem sido bastante interessante!"
Priscila Vidal
"Parabéns pela ideia. Os conteúdos são realmente muito bons. Que seja uma trajetória de ainda mais sucesso."
Rafael van Emelen
"Muito bom! Parabéns equipe Cloud! Já estou com vocês! Abraços!
Ana Cris Tina
"Cloud... Para já conversarmos: amo seus vídeos de motivação, são injeções de ânimo para a Vida. Parabéns pelo magnifico trabalho!!! Vocês são maravilhosos, postagens magníficas, videos, ah! eu acompanho todos. Tenham certeza absoluta que o trabalho, o empenho de vocês, são motivo de vida para muitas pessoas. Continuarei ouvindo todos que chegarem até minha página SIM e não é um elogio apenas, é o meu Aplauso à dedicação de vocês a nos ajudar a superar os embates que a vida nos apresenta. Me faz um bem danado!!! Que Deus os abençõe sempre e tenham um excelente final de semana!!!
Maria Terezinha Barbieri




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