O Jogo da Culpa

Publicado em 02 de julho de 2018

Uma das coisas que a maioria das pessoas faz é culpar o outro por seus problemas, dificuldades, mazelas. Culpa a mãe por não ter dado carinho – e por isso a pessoa é assim… Culpa o pai por abandono – e por isso a pessoa é assim… Culpa os professores, os amigos, o(a) namorado(a), os avós, os tios, os políticos pela atual situação do País… Culpa todo mundo, isentando-se de sua própria responsabilidade.

Em outra situação, a pessoa sente-se culpada por ter feito algo de errado, por ter magoado alguém querido e por aí vai. Se eu for colocar todos os tipos de culpa que eu mesma já me impus até descobrir que a responsabilidade por estar nesse lugar era minha, seriam algumas páginas, mas posso dizer que sofri muito com isso.

O problema em si não é a pessoa que culpa, mas a maneira como ela foi ensinada e como a sociedade, de um modo geral, alimenta isso. A todo momento somos levados a sentir culpa e quando você não sente, é visto como egoísta. Na verdade, quando você não sente culpa ou não culpa o outro, você está procurando solução para a questão. No livro Trabalhando com o inimigo, Adam Kahane coloca que “culpar os outros é uma forma comum e preguiçosa de fugir do trabalho”.

Culpar o outro é uma forma de se defender e se definir.

Existem duas maneiras pelas quais podemos perceber e entender nosso papel em uma situação. A primeira é como o diretor de uma peça, que orienta os atores em cena, ou como espectador que assiste a ela. Nas duas situações a pessoa está distanciada da situação. A segunda maneira é fazendo parte da peça; é quando a plateia influencia e participa da ação que acontece no palco, ou seja, o espectador é parte da peça, sendo, assim, cocriador do que está acontecendo.

Quando deixamos de olhar para nós mesmos na situação, focando no que o outro deveria fazer, deixamos de pensar em nossas próprias ações. Na medida em que mudamos o foco, acabamos por nos libertar e tomar a ação e daí é possível mudar; deixamos de culpar, pressionar, coagir ou esperar que o outro tenha que mudar, ou seja, fazemos parte da ação. Para isso é importante perceber nosso papel e responsabilidade no que fazemos. Adam Kahane cita Bill Torbert, estudioso em liderança, que diz: “o ditado ativista de ‘se você não é parte da solução, é parte do problema’ deixa de lado um fato importante de que, se você não faz parte do problema, então não pode fazer parte da solução”.

E como assumir a responsabilidade por meus atos e ações e deixar de culpar os outros pelas situações? Em primeiro lugar, saia da vitimização. Você sabia que a vitimização é um sabotador que todos nós temos? É preciso identificar, nomear e exercitar o músculo do sábio para que o sabotador deixe de atuar. Faça isso no momento em que se sentir vítima; preste atenção consciente a uma sensação física e com isso poderá ativar o lado direito de seu cérebro.

Outra forma é assumir a responsabilidade por seus atos; pedir perdão ou dizer “sinto muito” e realmente aprender com os erros para não cometê-los novamente. Com relação aos políticos, ao invés de reclamar, de dizer que não vai votar em ninguém, que não gosta de política, lembre-se de algumas frases de Platão: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política; eles simplesmente serão governados por aqueles que gostam”. “A punição que os bons sofrem, quando se recusam a agir, é viver sob o governo dos maus.”

O único responsável por nossos pensamentos, pelo que dizemos, percebemos, sentimos e fazemos somos nós mesmos e, na mesma proporção, somos igualmente responsáveis ao contrário.

Na maioria das vezes procuramos a fonte ou a solução de um problema fora de nós mesmos. Culpamos o mundo, sem antes procurarmos dentro de nós o que está acontecendo.







banner-busca-coach
Curta nossa Fan Page
Revista Coach Me
Pack Autodesenvolvimento
Twittadas Cloud Coaching
banner-busca-coach
banner-cloud-educacao
banner-pinterest
Depoimentos
"Parabéns pelo feito mais que merecido! Vcs têm trazido informações de qualidade, agregando não só a minha vida profissional, mas tb pessoal. Sucesso!!!"
Juliana Garbossa
"Parabéns para a equipe Cloud Coaching ! Acompanho diariamente os posts."
Luciana Furquim
"Parabéns! O conteúdo tem sido bastante interessante!"
Priscila Vidal
"Parabéns pela ideia. Os conteúdos são realmente muito bons. Que seja uma trajetória de ainda mais sucesso."
Rafael van Emelen
"Muito bom! Parabéns equipe Cloud! Já estou com vocês! Abraços!
Ana Cris Tina
"Cloud... Para já conversarmos: amo seus vídeos de motivação, são injeções de ânimo para a Vida. Parabéns pelo magnifico trabalho!!! Vocês são maravilhosos, postagens magníficas, videos, ah! eu acompanho todos. Tenham certeza absoluta que o trabalho, o empenho de vocês, são motivo de vida para muitas pessoas. Continuarei ouvindo todos que chegarem até minha página SIM e não é um elogio apenas, é o meu Aplauso à dedicação de vocês a nos ajudar a superar os embates que a vida nos apresenta. Me faz um bem danado!!! Que Deus os abençõe sempre e tenham um excelente final de semana!!!
Maria Terezinha Barbieri




FAÇA PARTE DA LISTA
CLOUD COACHING DO SUCESSO!


Por que algumas pessoas têm sucesso e outras não?
Algo de diferente elas têm! Será que elas têm simplesmente sorte?
Faça parte da comunidade de pessoas de SUCESSO e descubra!!!
Mais de 100.000 pessoas já se inscreveram e você?
​Vai ficar fora desta?

Inscreva-se agora mesmo e ganhe uma
Revista Coach Me inteiramente grátis!!!


Por favor, aguarde...



Muito obrigado!!!

Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Em breve você receberá no e-mail cadastrado
o link para download de sua
Revista Digital Coach Me!

Um abraço da
Equipe Cloud Coaching
Por favor, preencha corretamente os campos!
E-mail inválido!
Ooops aconteceu um erro, tente novamente!
banner-coachme-

Você que segue nossa fanpage no Facebook não pode ficar fora dessa!
Quer se desenvolver pessoal e profissionalmente, sem deixar de lado sua qualidade de vida? Quer dar um gás na sua motivação e produtividade?
Então baixe agora mesmo o seu examplar da Coach Me e mude sua vida!
Basta clicar na imagem acima e você será redirecionado ao IBA, o portal de revistas digitais da Editora Abril.