Relações Descartáveis

Publicado em 02 de agosto de 2018

(Texto de várias cabeças e com vários corações)

Tinha começado esse texto e senti o desejo de ouvir o que outros pesavam a respeito. NOSSA! Por que não fiz isso antes? A riqueza dos pensamentos de outras pessoas, as reflexões que recebi e principalmente novas perguntas, me fizeram rever a rota.

Vamos recomeçar e incluir. Incluir os pensamentos que recebi num texto está sendo um delicioso desafio.

Fiquei com a cabeça cheia de ideias pós um evento sobre os impactos da tecnologia no nosso futuro e como isso transforma nossas relações.

Além de todas as maravilhas que já existem, por conta da Internet, dos robôs, da realidade aumentada, virtual e tantas outras, a discussão chega sem dúvida nas relações humanas. “Está tudo ficando sintético, artificial, liso… com máquinas ou sem elas. Ninguém tem mais paciência, ninguém quer esperar para trabalhar a simplicidade” (Rodrigo Franco Esteves)

O quanto somos expostos a um volume cada vez maior de informações e também de oportunidades lindas em conhecer novas pessoas.

Fico pensando o quanto o Facebook e Instagram me permitiram conectar com pessoas maravilhosas que com certeza não teria oportunidade de conhecer. Aliás, o presente que recebi em palavras hoje de várias pessoas, só foi possível porque perguntei na minha página do Face. Deixei a pergunta aberta e vieram conteúdos lindos que com certeza dará para escrever outro texto.

Falando sobre esse mundo online, vejo o quanto essas relações também podem migrar para o off-line. Pro olho no olho, para o abraço, a conversa com uma taça vinho em volta da mesa.

Mas também percebo que algumas pessoas estão com tanto medo de se relacionar seja por Apps ou ao vivo, que estão descartando umas às outras pelo grande volume, como mercadorias que podemos encontrar nas prateleiras. “Há interesse genuíno de conhecer o outro”? (Cristiane Oliver). Talvez tenhamos “sede de resultados rápidos, como tudo hoje em dia” (Fernando Armaganijan Fiasco). “Tempos rápidos e mercuriais: superficialidade…Dá trabalho, manter, reciclar…”(Zilda Barbos de Andrade)

Começo a me questionar se com tantas oportunidades para conhecer alguém, temos que de fato ficar com olhos e dedos ágeis e corações lentos.

“As pessoas não têm paciência para o que é diferente de suas ideias” (Ana Paula França). “As relações se tornam descartáveis na medida em que nos tornamos superficiais em nós mesmos” (Sergio Eduardo Roque). “Falta autoconhecimento” (Carol Frutos). “Falta querer o outro! ” (Adriana Perazzelli Roster)

Uma amiga conheceu uma pessoa incrível por um aplicativo. E que sorte poder encontrar alguém com quem você realmente possa viver uma paixão. E então, vem o desafio de viver no aqui e agora. “Se entregar na relação, ouvir e estar disposto a ceder” (Andrea Sarno) “Muitos relacionamentos se rompem não por falta de paciência ou tempo, mas sim por falta de comunicação” (Kiki Ortega). Louco, porque estamos desesperados por nos comunicarmos por vários canais. Comunicar é também o sentir, entender a necessidade do outro e o sentimento.

A vida vai passando e no off-line a vontade de ter alguém vai aumentando. Alguém para ficar de mãos dadas, ir para cozinha fazer uma comidinha juntos, poder cutucar o outro e compartilhar a vista com o pôr do sol vindo da janela, dormir de “conchinha”, ouvir uma música e sair por aí.

E sempre o tema da escolha consciente me volta, escolher o amor ao invés do medo. Medo de não esperar essa delícia de relação crescer, porque tinha mais milhares de outros batendo na sua “porta eletrônica”.

Esse novo momento nos ajuda a perceber que o medo sempre esteve presente. O medo do amor. Uma incoerência para minha crença de que somos amor e que talvez estejamos com medo daquilo que somos.

Agora nossas reflexões estão evoluindo para o prestar atenção nas relações que temos. Naquela pessoa que te despertou a vontade de estar perto, que te fez sentir saudade, que te fez rir, que tem valores parecidos, que faz amor como se o mundo fosse acabar.

Vamos prestar atenção se alguém assim já apareceu, antes de descartar. E se você descordou da mesma pessoa, sentiu raiva, ficou triste por algo que ela tenha feito, ainda assim vamos prestar atenção, ela é a mesma pessoa.

Claro que nada é conclusivo aqui, por isso estou incluindo lindas reflexões que recebi, “o descarte pode ser a chuva que não chegou ao veio do rio, mas de certo evaporou e voou para outros lagos” (Miguel Arias Filho)

“E vamos ver com clareza as cartas na mesa e decidir se queremos jogar” (Shisha Kessin)

Podemos escolher por diminuir o ritmo dos dedos, abrir o coração escolhendo perceber as relações que temos à nossa volta.

Assim vamos saber identificar, as que merecem entrar, devem ficar, e nunca mais sair.

Pode ser um amigo, um amor, é tudo a mesma coisa.

Pode ser você se descobrindo e sendo gentilmente convidado a se conhecer.

Vamos olhar e reconhecer um amor ou amigo. “…um amigo não dá carona apenas para a festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu…” (Rodrigo MQ, citando Milan Kundera)

O próximo texto vamos falar de intensidade, aprendizado. “Somos resultado das nossas experiências, boas e ruins…relações descartáveis, verdadeiras, de momento, da vida, de alma, todas fazem de nós, aquilo que nos tornaremos. Bora viver a vida encarar os erros, comemorar os acertos e sem mimimi” (Alberto Weisser)

E finalizo pensando que essa riqueza que surge de uma pergunta no Facebook não pode ser descartada.

(Gratidão profunda aos coautores desse texto que eu humildemente resolvi alinhavar e citar entre minhas palavras e orgulhosamente honrar)







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Maria Terezinha Barbieri




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