Embora uma vasta parcela de líderes saiba que seu dever é atrair, desenvolver e reter seus profissionais, não é assim que funciona na maioria das organizações.
Você já deve ter ouvido essa frase: Por que solucionar se podemos complicar? Você saberia distinguir em sua família, amigos ou trabalho quem é o complicador e quem é o solucionador imediato?
Certamente você quer ser visto e lembrado como um profissional confiável, com credibilidade e com todos os demais atributos que o cliente atual demanda atualmente, não é mesmo?
Mesmo rotulado como maléfico, o ego é de suma importância, se inserido com equilíbrio, principalmente quando é necessário encorajar a melhoria da “performance” e da autoconfiança, competências essenciais.
Este é o momento de parar e analisar a sua evolução durante o ano, verificar seus erros e acertos, qual foi o aprendizado e, principalmente, o que se pode melhorar para o próximo ano ser ainda mais promissor.
Você acredita na visão de mundo, no olhar e na perspectiva do outro sobre você e suas ações? Quando vivemos fora da nossa visão de mundo perdemos a confiança em tudo que somos capazes de fazer, o medo se instala e nossas atitudes são totalmente travadas.
Mesmo na era tecnológica em que máquinas e inteligência artificial vêm ganhando maiores campos a cada dia, é imprescindível a participação humana, pois desconhecem o valor do sentimento, da interação e da empatia. Com toda certeza serão nossos melhores amigos no futuro.
Como você tem sido avaliado e visto por esta nova sociedade? Você já parou para pensar? Não? Então está na hora de rever os seus conceitos e perceber como está sendo lido pelas pessoas. O que dizem de você como profissional ou sobre a sua empresa?