Quanto esforço a mais será necessário para um indivíduo com características de diversidade, por vezes classificadas como de “menor valia” pela sociedade, terá que fazer para entrar em estado de FLOW?
Quando falamos em Sustentabilidade e Diversidade, em geral, abordamos como mudar o comportamento das pessoas, como levá-las a novos conhecimentos, habilidades e atitudes favoráveis ao meio ambiente, à sociedade e inclusivas.
Um assunto que tem ocupado as redes sociais nos últimos dias é o vídeo vazado do Willian Waack. Alguns podem se sentir mais ou menos atingidos ou nem ligarem, mas não tira o peso da fala pejorativa e desrespeitosa.
É muito triste em pleno século XXI ter que voltar a discutir se homossexualidade é uma patologia quando temos coisas tão mais importantes para discutir e deveríamos, simplesmente, praticar o respeito e ter ações efetivas para promover a tolerância entre as diferenças.
Você sabia que as pessoas podem, por exemplo, ter vícios de julgamento que as conduzem ao racismo ou ao sexismo, sem que sequer tenham conhecimento ou consciência de suas ações?
Você sabia que apenas 13% das lideranças das 500 maiores empresas são mulheres, apenas 4,7% são negros e apenas 0,6% são pessoas com deficiência? É fundamental gerar impulso na direção de um cenário mais equânime.
Em 24 de julho comemorou-se os 26 anos da Lei de Cotas. Para alguns, uma pedra no sapato, para outros uma porta de entrada para a inclusão no mercado de trabalho.
É fundamental entender bem e, em profundidade, o comportamento humano e, principalmente, ter experiência sobre conteúdos, ferramentas e metodologias que movam as pessoas rumo à mudança comportamental.
Um dos grandes desafios nas empresas é a capacitação de profissionais. Não são poucos os relatos de que treinamentos são cansativos e não agregam valor. O desafio é dobrado quando o público é jovem.
Este assunto gera muita polêmica, seja pela sua complexidade, pela falta de informações das pessoas e por questões religiosas e morais, mas a sexualidade não se limita apenas a masculino e feminino como muitos ainda teimam em classificar.