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]]>Vamos continuar nossa conversa?
Pois é… Vou recomeçar fazendo aquela afirmação feita no artigo “SEPARAÇÃO: Por que os casais se separam (parte I)”…
As pessoas NÃO se separam ou se afastam porque o amor acabou.
E já que falamos sobre a redução da importância do carinho, vamos ver se consigo aclarar um pouco um outro item:
– A perda dos códigos.
Sabe aquela categorização que a PNL (Programação Neolinguística) faz sobre as pessoas se comunicarem, preferencialmente, como Visuais, Auditivas ou Cinestésicas?
Dentro das ideias da PNL uma comunicação eficaz ocorre quando falamos no mesmo canal ou modalidade preferida de nosso interlocutor; ao contrário, ao falarmos desconsiderando as preferências comunicacionais do outro, começam a ocorrer ruídos e distorções na comunicação.
É até, praticamente, ponto pacífico, falar-se que a responsabilidade de uma comunicação é – sempre – do comunicador…
Pois é, mas consideremos a comunicação, também, pelo outro ângulo, pois podemos considerar outros fenômenos linguísticos tão divulgados pela PNL, que são a Generalização, a Omissão e a Distorção. O que quero dizer é que quem ouve, ou quem decifra os códigos, também pode generalizar, omitir ou distorcer – propositalmente ou não, conscientemente ou não – a informação que recebe da outra parte, ou melhor, do cônjuge, parceiro ou parceira.
Dentro dos códigos criados espontaneamente ou de propósito, estão:
Reconheço aqui que, muitas vezes, o próprio comunicador esquece os códigos “eficazes” que utilizava em sua parceria amorosa, contudo, o que tenho encontrado muito – clinicamente – são pessoas que se queixam de manter a sua comunicação, ou seja, os “códigos do casal” conforme eram no começo e não obterem feedbacks positivos.
Tal situação, com a persistência da ocorrência, tendem a deixar o comunicador em uma “sinuca de bico”, como se diz popularmente, ou, no jargão da PNL e dos estudiosos sistêmicos, a pessoa fica em situação de duplo vínculo negativo.
Podemos dizer que o duplo vínculo negativo traz aquela sentença expressa no ditado: “se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come”, significando que nenhuma atitude ou reação que o interlocutor faça ou tome o levará a um bom resultado em relação ao seu comunicador.
É bom lembrar, que nem sempre o comunicador tem consciência do entrave que está gerando na comunicação, mas a mensagem dúbia deixa o interlocutor sem ação…
Agora, pense tudo isso de maneira invertida: o comunicador emitiu códigos já “consagrados e aceitos” em sua convivência amorosa e, em um dado momento, tais códigos não trazem mais o mesmo resultado:
Creio que já ficou aqui, sobejamente, demonstrada a força que os códigos tem na construção da história das pessoas e, principalmente, dos casais.
Como já disse aqui, sou psicoterapeuta. Dificilmente conseguiria olhar os processos de união e separação, que equivale a olhar para a arte da convivência, sem pensar naquilo que vai no íntimo de cada um.
Obviamente, com a persistência dos ruídos, interferências e truncamentos nas comunicações do casal, seja essa comunicação o diálogo, o expressar dos sentimentos e, como não pode deixar de ser dito, a vida sexual, a convivência começa a ser afetada em sua totalidade e plenitude.
Falo isso porque penso que sempre há tempo para que se refaçam ou reforcem os códigos. Sempre há tempo para que se revejam os significados, pois os significados são, de fato, o que dá sentido à vida, tal e qual os temperos imprimem sabores aos alimentos.
É óbvio que falo dos códigos que façam sentido e tragam felicidade a ambos os parceiros.
Fico eu aqui, torcendo para que fique mais simples perceber a maneira de resgatar os velhos e bons códigos que traziam prazer, bem-estar e felicidade…
Quer saber mais por que os casais se separam, por que decidem pela separação? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Gostou do artigo? Se você gostou desta série de artigos, me avise. Poderá servir de incentivo para que eu escreva sobre os outros tópicos faltantes.
Até a próxima!
Valdecy Carneiro
https://valdecycarneiro.com.br/
Confira também: SEPARAÇÃO: Por que os casais se separam? (parte I)
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]]>Separação… O assunto é muito mais complexo do que parece.
Talvez eu pudesse escrever páginas e mais páginas sobre o assunto…
Creio que podemos escolher alguns pontos especiais, alguns ângulos, para olhar e abordar o assunto.
Talvez aquilo que escreverei pareça absurdo, mas convido você, por um momento, a “agir como se” o que vou dizer fosse a mais pura verdade e fizesse total sentido… É só um exercício, só uma maneira de pensar e ver as coisas…
Sim. É exatamente isso que penso. Não é a falta ou término do amor que faz com que as pessoas se distanciem, é o distanciamento que faz parecer que as pessoas não se amam.
São vários os fatores que podem agir em conjunto ou separadamente para a separação de um casal, por exemplo:
O dicionário Aulete Digital define “carinho” da seguinte maneira, a saber:
Então, pensemos nos pequenos – mas necessários – carinhos expressos no dia a dia: o beijo na boca, o olhar penetrante, o toque sutil, a palavra branda, o gesto atencioso, o elogio, o café na cama, a carona, o relevar a presença inoportuna de pessoas queridas pelo cônjuge ou parceiro etc…
Sou psicoterapeuta. Lembro-me de inúmeros casos atendidos… as queixas… as desatenções…
E eu fiquei pensando nos pequenos gestos que tornavam leves e prazerosos os momentos ao lado da pessoa que você escolheu – e que também escolheu você…
E penso então se as opiniões e/ou mágoas são mais importantes que os sentimentos…
Na próxima parte, vou me aprofundar mais no assunto, por isso não deixe de acompanhar a continuação deste artigo.
Gostou do artigo? Quer saber mais por que os casais se separam e conversar sobre a separação de um casal? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até a próxima!
Valdecy Carneiro
https://valdecycarneiro.com.br/
Confira também: Ser Feliz é Uma Escolha!
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]]>Já falamos que a vida é feita de escolhas, não é mesmo?
Pois é, já que você já está sabendo, que tal fazer ou reforçar agora a melhor e mais importante escolha de sua vida?
Ser feliz é uma escolha. Na verdade, ser feliz é também a maior, melhor e mais importante escolha que você pode fazer.
Pode parecer piegas, ou que estamos sendo simplistas demais, mas você pode treinar ser feliz, exatamente como pode treinar jogar bolinhas de gude, futebol, basquete, etc.
Mas, e os hormônios e neurotransmissores envolvidos no processo das sensações de alegria e felicidade?
Serotonina, oxitocina, dopamina, endorfinas, etc, etc, etc…
Deixe a sua mente… agora… de maneira inconsciente e honesta… buscar um momento no qual você tenha se sentido muito feliz… mesmo que tenha sido de uma felicidade boba, gratuita… sinta o que você sentiu… veja o que você viu e … ouça o que você ouviu… enquanto se sentia feliz… agora…
Permita agora, imaginar… que sua mente pode encontrar outros momentos… mesmo curtos… nos quais havia tais lampejos de felicidade… isso…
Enquanto estiver revivendo tais lembranças, feche a sua mão não dominante, isto é, se você é destro, feche sua mão esquerda e, se for canhoto, feche sua mão direita…
Faça este exercício várias vezes e assim você estará ancorando as sensações correspondentes à felicidade que sentiu.
Você se lembra que âncoras – aqueles estímulos neuroassociados tão mencionados pela PNL – não pedem passagem, não é mesmo?
Então, agora, você já está recriando e reforçando os seus caminhos neurais – ou neuronais – da felicidade. E todas as vezes que acionar sua âncora estará dando chance ao seu sistema neuroendócrino de liberar os hormônios e neurotransmissores que podem lhe auxiliar na sua feliz escolha diária de Ser Feliz.
Ah! Mais uma dica: se sentiu alguma dificuldade em encontrar momentos felizes, então finja que é feliz… É só lembrar do segundo segredo do cérebro: ele não distingue o real do imaginado e agirá considerando que você já é feliz e, com um pouquinho mais de treino e imaginação ele vai conduzir você para o terceiro segredo, que é a arte de trabalhar para produzir aquilo que você visualizou internamente… e assim voltará, magicamente, ao primeiro segredo, trazendo a sensação de felicidade para o momento presente.
Continuando assim, você vai se tornar um expert em utilizar a PsicoNeuroEndocrinoImunologia – lembra-se dela? – a seu favor.
Agora, só tenho que lhe dizer minha frase predileta:
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como fazer a escolha diária de ser feliz? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Até lá!
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Este texto é parte integrante do livro “Segredos da Terapia SuperBreve: Tudo o que um bom agente de mudanças aceleradas – terapeuta, coach – precisa saber”… Em breve divulgarei as condições de pré-venda.
Confira também: 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida
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]]>E aí? Pronto para saber o terceiro segredo?
Caso você não conheça os outros dois segredos, acesse: Primeiro Segredo e Segundo Segredo
Então, vamos lá!
Então meu cérebro é capaz de produzir coisas, como mágica, e eu não sabia?
Pois é… O seu cérebro é capaz, sim, de produzir muitas coisas… Na verdade é uma potente máquina para criação na sua vida, mas não é mágica, é um funcionamento até simples e corriqueiro… Basta só saber como ele funciona e prestar atenção.
Será?
Vamos pensar isso de forma simples. E então, você está pronto?
Tenho certeza de que você pensou em um elefante cor-de-rosa…
O simples fato de mencionarmos ou negarmos o pensamento no tal elefante fez com que o seu cérebro (a sua mente) criasse o pensamento ou a imagem que se pretendia afastar da mente.
Qual é a imagem que lhe vem à mente quando vê a frase acima?
Vou contar as que mais ouvi:
– Um cruzamento fechado com um “NÃO” bem grande em cima;
– Um cruzamento fechado com um “X” em cima;
– E um cruzamento fechado que vai aos poucos se abrindo.
Perceba que a imagem mais próxima do resultado que se quer, que é o cruzamento livre, é a gerada pela terceira frase e, ainda assim, essa frase “gastou energia” desnecessariamente criando o que não se queria.
Na minha visão, a frase mais adequada seria: “Mantenha o cruzamento livre!”
A mãe acaba de dizer a frase acima e o filho – sem querer – esbarra no copo e derrama o leite… Que chato!!
Essa é uma das experiências que podemos chamar de universal, não é mesmo, pois praticamente todas as pessoas já passaram por ela ou conhecem quem passou.
A imagem que a mãe gerou – desavisadamente – na mente do filho foi a imagem do leite derramado na mesa e o cérebro dele trabalhou para produzir o imaginado…
“Falar da não existência, é atribuir uma existência a ela.” (Kant)
Immanuel Kant falou com grandíssima propriedade sobre o terceiro segredo do cérebro, certo?
Pense um pouquinho comigo:
Sempre digo que aquilo que você foca, aumenta. Isso é tão importante que vou repetir com ênfase:
“Tudo o que você foca, aumenta!”
Lembre-se que é impossível bater uma foto do lado direito da sala se você estiver apontando a lente da sua máquina para o lado esquerdo da sala. Então, a melhor escolha é apontar as suas lentes (olhar, pensamento, palavras, ações, etc) para o que você quer realmente, pois “o seu cérebro trabalha, incessantemente, para produzir o que você imagina.”
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre os três segredos sobre o cérebro que podem, de fato, revolucionar a sua vida? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Até lá!
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Confira também: 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida (parte I)
3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida (parte II)
O post 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida (parte III) apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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]]>Dando continuidade à parte 1 deste artigo (leia aqui), então vamos agora ao próximo segredo sobre o cérebro que pode revolucionar a sua vida.
Quer dizer que eu não tenho como saber se algo aconteceu, de fato, ou não? Que estou misturando a realidade com a fantasia?
Não! Não é nada disso!
O que acontece é que quando você imagina algo, o cérebro reage fisiologicamente, como se o imaginado estivesse acontecendo de fato.
Vejamos:
Normalmente, ao final do exercício, você estará com saliva na boca, como se, de fato, fosse degustar a fruta.
Mas, o seu cérebro não sabia que não havia nenhuma fruta aí?
É claro que sabia! No entanto, ele realizou todos os procedimentos que realizaria caso a fruta fosse real.
Responda à pergunta abaixo:
Não sabe a resposta?
Pois é! Pelo menos em português desconheço a resposta, isto é, nenhuma pessoa a quem fiz tal pergunta soube a resposta.
É justo inferirmos que não criamos a palavra para nem cogitarmos a possibilidade da perda de um filho.
Instintivamente ou intuitivamente, já sabemos disso e evitamos criar imagens que nos sejam profundamente desagradáveis ou repugnantes.
Então, para aproveitar esta propriedade ou capacidade do cérebro, ensaie mentalmente os comportamentos e os desempenhos que deseja ter…
O seu cérebro criará a mesma neurologia que criaria caso você estivesse tendo o real desempenho e, como consequência, no momento que forem requeridas as habilidades imaginadas, o seu sistema corpo-mente reagirá com mais naturalidade, pois agora ele já conhece o caminho. E sempre que já conhecemos um caminho, transitar por ele fica cada vez mais fácil, certo?
Portanto, em uma experiência, seja qual for, ela será mais marcante se você envolver mais sentidos (tato, olfato, audição, visão, paladar)…
As experiências de aprendizagem se enquadram perfeitamente aqui: se você, ao estudar uma matéria qualquer, escrever (cinestésico), ler em silêncio e fizer quadros mentais (visual), ler em voz alta (auditiva), então você estará criando diversos caminhos neurais, que facilitarão o resgate do conteúdo aprendido.
Use e abuse da imaginação criativa. Contudo, use a imaginação de maneira assertiva, ou seja, para imaginar aquilo que quer e não aquilo que não quer.
Até o próximo capítulo.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o Cérebro Não Distingue o Real do Imaginado e os 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar a Sua Vida? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Até lá!
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Confira também: 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida (parte I)
O post 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida (parte II) apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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]]>Se pudéssemos considerar o cérebro uma máquina, poderíamos dizer que ele é a máquina mais complexa que jamais existiu, sem, no entanto, possuir um manual de instruções…
As tecnologias mentais como, por exemplo, a Programação Neurolinguística (PNL), a Hipnose, a Visualização Criativa e Curadora e os estudos das Neurociências têm trazido contribuições consideráveis aos processos terapêuticos e de mudanças comportamentais aceleradas.
A nossa proposta é, em três capítulos, falar sobre segredos – que nem são tão secretos assim – que, se aplicados, podem revolucionar a sua vida: a maneira como se relaciona consigo mesmo e com os outros, os processos de mudanças pessoais e conquistas de metas e objetivos, a sua maneira de aprender e, se for terapeuta ou coach, a forma de entender e auxiliar os seus pacientes ou clientes…
Não estamos, com isso, afirmando que o nosso cérebro não faça a distinção entre passado, presente e futuro. Não, não é nada disso! O que dizemos é que as informações são operacionalizadas, todas, em tempo presente.
Observe bem o texto abaixo:
O trauma, a mágoa, a culpa e o ressentimento são o passado no presente.
O medo, a ansiedade e a preocupação são o futuro no presente.
Os conteúdos emocionais mal resolvidos advindos do passado, ficam repercutindo no presente, ressurgindo de maneira consciente (através de memórias: visuais, auditivas ou cinestésicas). Se pensarmos de maneira cibernética, tomando como paradigma hardware e software computacionais, então diríamos que um programa ficou aberto, rodando em background. Consumindo assim energia do sistema.
E então como nos livrarmos disso?
Imagine os acordos ou promessas assumidos e não cumpridos e/ou aqueles impostos e não atualizados.
Como assim?
Imagine uma criança que ao atravessar a rua quase é atropelada e, a sua mãe, por preocupação e zelo, a segura fortemente pela mão e então diz “você não pode atravessar a rua sozinha”. Essa criança pode agora ser um indivíduo de cinquenta anos de idade e sentir um friozinho na barriga todas as vezes que vai atravessar a rua.
Ou então pense em alguém que prometeu a um credor que o pagaria de qualquer maneira e, por uma fatalidade, o seu credor falece sem que ele possa quitar a sua dívida… Há aí, um circuito que só poderá ser completado através da revisão desse Acordo.
De maneira inteligente, tirando das memórias traumáticas o conteúdo emocional negativo, o “lixo emocional”, que leva o indivíduo a se mover constantemente, apesar das estratégias de evitação ou fuga, em direção às situações que relembrem ou eliciem os conteúdos traumáticos. Mais adiante, na Parte 3 deste artigo, você compreenderá melhor o “porquê” de o indivíduo mover-se em direção a tais situações.
Ainda falando de ressignificação, é bom lembrar-se, sempre, que os fatos são neutros, isentos de qualquer conteúdo emocional. Somos nós, seres humanos, que atribuímos conteúdos emocionais aos acontecimentos, i.e., um mesmo fato ou acontecimento terá tantos significados quantos forem os participantes ou indivíduos que se disponham a analisá-lo ou interpretá-lo.
Uma técnica que desenvolvi chamada “Técnica do Perdão – Esvaziando a Cesta de Lixo” tem sido, de fato, utilizada com sucesso na ressignificação de conteúdos traumáticos, associando emoções e sensações boas através de âncoras, combinadas com a ressignificação linguística, através da criação de Falsas Relações de Causa e Efeito.
Todo e qualquer conteúdo emocional negativo, o “lixo emocional”, continua reverberando no presente e consumindo – consciente ou inconscientemente – energia preciosa que você poderia utilizar para se tornar a pessoa que você quer ser.
Então, o que você precisa é saber como, ou procurar um profissional que de fato o saiba, ressignificar tais conteúdos e desfazer Acordos Passados Obsoletos.
Nos encontramos nos próximos segredos…
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o Cérebro só Opera no Tempo Presente e os 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar a Sua Vida? Então, continue comigo na parte II deste artigo na próxima edição ou entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Até lá!
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Confira também: 3 Segredos Sobre o Cérebro Que Podem Revolucionar Sua Vida (parte II)
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]]>O post Cliente chato: Seu melhor amigo! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Toda empresa que se estabelece quer vender algo. Quer vender um produto ou um serviço. Então, podemos entender que uma empresa é a somatória do produto ou serviço que disponibiliza para o mercado com o seu quadro de colaboradores (funcionários, representantes etc.).
No entanto, o que vemos frequentemente por aí é algo parecido com uma batalha, na qual o cliente é considerado um chato invasor ou agressor, alguém que está subtraindo o sossego da empresa.
Pense um pouquinho: em qual momento o seu cliente se transformou em seu inimigo?
Terá sido no momento em que ele mostrou os pontos fracos de seu produto/serviço?
Ou será que foi quando evidenciou as deficiências de treinamento de seus colaboradores?
Muitas vezes, quando uma reclamação chega, o gerente ou supervisor se defende:
“Ah, mas esse cliente é aquele cara chato que tá sempre reclamando…”
Cabe a nós perguntar: se o tal “cliente chato” está sempre reclamando, em alguma das vezes que reclamou ou, especialmente nessa última vez, ele estava com a razão?
Uma das maneiras mais falhas de se tentar desqualificar uma crítica, reclamação ou denúncia é desqualificando o autor. Esse procedimento é chamado de “argumentum ad hominem”. Procura-se, aqui, desviar o foco da reclamação para o reclamante, atribuindo-lhe maior importância do que ao conteúdo da reclamação ou denúncia proferida.
Figuras de retórica à parte, vamos pensar por um momento como o “cliente chato”.
O que ele queria, de fato, quando fez a reclamação?
Será que estava intencionalmente sendo chato, perdendo tempo, no intuito de causar dissabores a quem está trabalhando?
Ou será que ele, deliberadamente, insiste em negociar com sua empresa para treinar as habilidades de persuasão?
Para facilitar a compreensão das ideias, tomarei emprestados os “Quatro Compromissos”, da filosofia Tolteca, que diziam mais ou menos o seguinte:
Confiança é a chave de qualquer relacionamento e nos relacionamentos comerciais isto não é diferente. Se não tiver certeza do que vai prometer, não prometa. Exija que seus colaboradores (funcionários, representantes etc.) ajam desta maneira também.
Esteja imune às opiniões e ações dos outros. O cliente que discute a qualidade de um produto ou serviço não está discutindo a sua qualidade como pessoa, como ser humano, ou ainda, como profissional. Em princípio ele está apenas comunicando um fato. Trate informações como informações. Você precisa delas para melhorar ainda mais o seu produto ou serviço.
Comunique-se sempre com clareza. Não pense que você sabe o que o cliente quer dizer se ele de fato ainda não disse. Ouça-o. Certifique-se de que seus colaboradores estejam preparados, com técnicas de escuta ativa, e que estão capacitados a estabelecer rapport (empatia) com o cliente. Uma comunicação deficitária é o maior entrave às negociações, à compreensão e, por consequência, à boa imagem que a sua empresa quer ter no mercado.
Faça sempre o melhor que puder. Hoje é moda falar em proatividade. Todos se autointitulam proativos. Mas, quem são, de fato, os proativos?
Para facilitar a comunicação, explicarei a seguir como criar e manter a empatia com o cliente, utilizando a escuta ativa e outras técnicas.
Rapport é uma palavra francesa que pode ser traduzida como empatia, sintonia, afinidade.
Para haver rapport é preciso haver confiança.
Estabelecer rapport é ir até o terreno do vizinho, entrar em sintonia com ele e convidá-lo a vir para o seu terreno.
O rapport é tão importante que sem ele os comunicadores não deveriam tentar se comunicar e os terapeutas não deveriam tentar intervenções. Para o seu próprio bem e para o bem do outro.
Espelhar é imitar. É a velha e conhecida arte de mimetizar. Você já reparou como é que uma criança se enturma com as outras? Se as outras estão pulando em um pé só, ela vai se aproximando aos poucos e começa, também, a pular em um só pé.
Conseguiu-se o rapport!
A partir de hoje, comece a observar as pessoas em lugares públicos como praças, restaurantes, pontos de ônibus, plataformas de trens e metrô. Observe como as pessoas em rapport tendem a assumir a mesma postura. Faça uma pequena e simples brincadeira: comece, sutilmente, a assumir a mesma postura de alguma pessoa com quem você queira estabelecer uma comunicação produtiva. Se ela mudar de posição, sutilmente, mude a sua posição também, acompanhando-a.
Imite algum comportamento do outro de forma cruzada, isto é, se o outro estiver tamborilando com os dedos sobre a mesa, tamborile com os dedos – no mesmo ritmo – sobre a própria perna ou bata os pés suavemente. Seja criativo. Esteja no mesmo ritmo que a outra pessoa.
Use palavras referentes ao Sistema Representacional preferido de seu interlocutor:
Esta técnica é baseada na “escuta ativa” de Carl Rogers.
Preste bastante atenção nas frases que o seu interlocutor está falando. Repita para ele, de forma levemente modificada, a sua última frase ou trechos ditos pelo mesmo e, em seguida, desenvolva a sua ideia. Deixe-me dar um exemplo:
O funcionário começa a se queixar junto ao chefe:
“O senhor sabe como as coisas são: a vida está muito dura, a situação não tem estado muito boa e por isso eu estou precisando de um aumento”.
O chefe responde:
“Se eu entendi bem você veio me procurar porque a situação não tem estado muito boa, certo? A fábrica tem passado por momentos duros, também. Nós temos pensado muito na possibilidade de conceder aumentos de salário para os funcionários e só estamos esperando as coisas melhorarem um pouco. Você sabe como as coisas são, não é mesmo?”
Repetir trechos da fala do outro lhe dá a sensação de estar sendo ouvido, de que não esteve conversando sozinho.
Experimente respirar no mesmo ritmo que a outra pessoa está respirando. Procure perceber como isso aumenta a sintonia entre vocês. Observe os movimentos respiratórios, o subir e descer do tórax, o subir e descer dos ombros…
Quando você acompanha alguém, essa pessoa não tem porque lhe opor resistência. Enquanto você acompanha, a mente inconsciente da outra pessoa está captando a mensagem de que pode confiar em você e a partir do momento em que ela pode confiar em você, também pode deixar-se conduzir por você, certo?
Se você quiser romper o rapport, desequipare, saia da mesma frequência que o outro está. Por exemplo: se ele estiver sentado, você pode levantar- se. Se ele estiver falando devagar, comece então a falar rápido. Se estiver inclinado em sua direção, então incline-se para trás. Você pode também mudar o ritmo de sua respiração ou inverter os predicados. Por exemplo: se ele usar termos visuais, use cinestésico ou auditivo e assim por diante.
Segundo o modelo da PNL, processamos as informações recebidas em nossas interações com o meio através de Sistemas Representacionais, que são:
Olhar, nitidez, mostrar, brilho, panorama, evidente, quadro, observar, enxergar, perspectiva, assistir, sinal, ilustrar, vistoso, revelar, iluminar, aparecer, claro, escuro…
Ouvir, gritante, falar, tom, tocar, discutir, soar, discurso, zunir, afinado, zumbir, música, resmungar, som, timbre, informação, barulho, conversar, alarme, declamar…
Pegar, resistir, captar, chutar, colher, armar, sentir, ferido, bater, sofrer, sensação, empurrão, sentido, pesado, áspero, sensível, impacto, frio, suave, calor…
Cheirar, perfume, cheiro, odor…
Sabores, gostos, paladar…
Há várias maneiras de se perceber como o cliente está processando a informação e, obviamente, como entrar em sintonia (rapport) com ele mais facilmente. Além das palavras poderíamos chegar a essa sintonia também através da Comunicação Não-Verbal do cliente, como por exemplo: os Movimentos Oculares e as Posturas Corporais. Mas isso é assunto para um treinamento adequado, por um profissional competente. Em nossos treinamentos de Vendas, Persuasão, Negociação, Relacionamentos etc. detalhamos passo a passo como proceder para que a comunicação seja eficaz.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como, de fato, ter uma comunicação eficaz com o seu cliente, com empatia e sem essa história de “cliente chato”? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em te ajudar.
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Confira também: O Que Charlie Chaplin Tem a Ver Com Sua Vida?
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]]>Você já assistiu a algum filme de Charlie Chaplin?
Sim!?
Então, por favor, me ajude a responder a algumas perguntas.
Quem era o diretor?
– Charlie Chaplin.
Quem era o produtor?
– Charlie Chaplin.
Quem era o roteirista?
– Charlie Chaplin.
Quem era o ator principal?
– Charlie Chaplin.
Nossa! Parece que ele fazia tudo sozinho, não é mesmo?
Só parece, pois, obviamente, ele não conseguiria fazer tudo sozinho. Mas ele assumia a responsabilidade das funções que poderiam fazer o seu filme ser um sucesso ou um fracasso. A isto, poderíamos chamar de autorresponsabilidade, ou seja, eu assumo previamente a responsabilidade de meus sucessos e fracassos, sem criar subterfúgios, sem conversinhas ou, como se diz atualmente, sem “mimimi”.
Agora, creio que você já tenha percebido que tem tudo a ver.
Quem é o diretor em sua vida?
– Você.
Quem é o produtor em sua vida?
– Você.
Quem é o roteirista de sua vida?
– Você.
E, finalmente, quem é o ator principal de sua vida?
– Você.
Dica: lembre-se que todo poder é autoconcedido, então, não conceda ou atribua poder excessivo – principalmente relacionado às suas emoções – a terceiros.
E para não correr o risco de falar demais, para finalizar, lembro uma frase em italiano que gosto muito:
“La vita è adesso”
Traduzindo, “a vida é agora”. A vida acontece em tempo real. Não dá tempo para longos ensaios. Enquanto você vai ensaiando, você vai vivendo, então, aproveite para se divertir no processo, no percurso e não com um suposto final feliz. Por isso, não espere para ser feliz no final do conto de fadas, escolha ser feliz agora, em toda a sua trajetória.
Gostou do artigo? Está disposto(a) a assumir o papel e a responsabilidade de sua própria história? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em te ajudar.
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Este texto é parte integrante do livro “Segredos da Terapia SuperBreve: Tudo o que um bom agente de mudanças aceleradas – terapeuta, coach – precisa saber”… Em breve divulgarei as condições de pré-venda.
Confira também: A Vida é Como Ricota – Qual é o Sabor da Sua Vida?
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]]>Você já comeu ricota alguma vez? Qual era o sabor?
Talvez você tenha comido uma torta de ricota, com ou sem frutas cristalizadas… Era doce, com leve sabor cítrico, certo?
Ou, então pode ser que você tenha provado uma panqueca de ricota, bem temperada, com azeitonas, salsinha…
Você já deve ter percebido onde quero chegar: a ricota, por si mesma, não tem sabor. É somente um tipo de queijo sem sabor, no qual podemos acrescentar o sabor de nossa preferência.
Isso significa que se você não gosta de doce, então pode tentar o sabor salgado.
Do mesmo modo, se não gostar do sabor salgado, poderá optar por um sabor ácido ou amargo.
Na sua vida acontece assim, também, como a ricota.
É você quem escolhe o sabor que sua vida terá.
Lembra quando falamos sobre o significado, que é o segredo da terapia e de qualquer mudança efetiva na vida das pessoas?
É disso que estamos falando: o significado que você escolher para sua vida é o que dará sabor a ela.
Um dos pressupostos da Programação Neurolinguística é que “é impossível não fazer escolhas”. Estamos sempre escolhendo. Deixar de exercer o seu direito (ou dever?) de escolha é o mesmo que “escolher não escolher” e, portanto, será também uma escolha.
Paradoxal, não é mesmo?
Mas é assim que a vida funciona.
Então, qual é o sabor ou quais são os sabores que você escolhe para sua vida?
Ah! Um lembrete: se você não escolher o sabor, é bem provável que alguém escolherá por você.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o sabor da vida e como a vida é feita de escolhas? Entre em contato comigo. Terei o maior prazer em te ajudar.
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
Este texto é parte integrante do livro “Segredos da Terapia SuperBreve: Tudo o que um bom agente de mudanças aceleradas – terapeuta, coach – precisa saber”… Em breve divulgarei as condições de pré-venda.
Confira também: É possível Reprogramar a Mente?
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]]>Algumas coisas nos AMBIENTES com os quais você interage (trabalho, casa, escola, religião) podem não estar favorecendo seu melhor desempenho…
Alguns COMPORTAMENTOS que você tem podem não ser aqueles que você gostaria de ter…
É possível que você quisesse ampliar as suas CAPACIDADES e melhorar suas estratégias para lidar com as diversas situações do cotidiano: trabalhar melhor, aprender mais rápido, ficar mais tranquilo etc…
Será que as CRENÇAS que você tem estão de fato favorecendo o seu sucesso pessoal e profissional? Será que você tem crenças limitantes instaladas em sua mente inconsciente e que não permitem você chegar aonde quer chegar?
Quem é você? Qual a sua relação consigo mesmo(a), qual a sua IDENTIDADE, qual a sua missão como ser… você sabe?
Qual a sua relação com o sistema no qual está inserido? E qual sua relação ESPIRITUAL ou sistêmica, com tudo isso?
Hoje, embasados em trabalhos científicos, na prática clínica, nos recursos da Programação Neurolinguística (PNL), Hipnose, Controle Mental, Visualização Criativa e Curadora e outras tecnologias avançadas, podemos afirmar que nossas mentes foram programadas. E se foram programadas, podem ser reprogramadas… é só utilizarmos as tecnologias e metodologias avançadas, compatíveis com a linguagem do cérebro…
Em 10 sessões, com duração aproximada de 60 a 80 minutos cada, podemos reprogramar os parâmetros ou “programações” registrados em nosso cérebro e em nossa mente.
Vamos falar um pouco sobre cada etapa/da sessão, a saber:
Aqui o objetivo é detectar e desinstalar crenças limitantes. E, aproveitando a oportunidade, instalar crenças capacitantes, fortalecedoras, que conduzam o indivíduo a maiores e mais relevantes realizações pessoais.
Utilizada para eliminar cargas emocionais negativas de experiências passadas, através da associação de estímulos (âncoras), e do uso apropriado da linguística, “Esvaziando a Cesta de Lixos Emocionais”, ou seja, aqui o perdão utilizado não é o perdão racional, teórico ou teológico. É uma técnica que gera o perdão de maneira sentida e consentida, fora das racionalizações; tem embasamento na utilização linguística de “falsas relações de causa e efeito”, da sensorialidade que fica ligada a cada evento de nossas vidas e, além disso, ao entendimento de nossa ancestralidade biológica e funcionamento neurológico.
O indivíduo é conduzido – metaforicamente – às suas experiências passadas. Por exemplo: juventude, adolescência, infância, momento do parto, acordo pré-concepção e resgate de um recurso importantíssimo para que sua vida, sua história, dê certo… Valendo-nos de alguns estímulos positivos (âncora) gerados previamente, com boas sensações/emoções como, por exemplo: amor, gratidão, segurança, alegria, superação, etc., dessensibilizamos e imprimimos novo significado (ressignificação) à História de Vida da pessoa.
Dessensibilização e eliminação de traumas codificados durante a vida intrauterina, pela simbiose gestante-feto e dessensibilização e ressignificação de possíveis traumas e eventos relativos ao parto…
Na atualidade, já sabemos que praticamente tudo que é vivenciado pela mãe durante a gestação é armazenado pelo feto, de maneira acrítica (sem juízo de valor), o que pode levar o indivíduo a incorporar em sua vida de relação padrões aprendidos durante a vida intrauterina, gerados por fortes emoções ou por frases pronunciadas pela mãe ou ouvidas e emocionalizadas por esta…
Utiliza-se do poder criador do cérebro e da mente humana para “instalar” novas qualidades que o indivíduo necessite em seu dia a dia. Em seguida, valendo-nos de recursos especiais de ancoragem (associação de estímulos), validamos tais qualidades desde as linhas ascendentes da pessoa: avós maternos e paternos.
Aqui o indivíduo é conduzido, em transe leve, a experiências de Vivências Passadas (desta ou de outras encarnações, se isso fizer parte de seu sistema de crenças) ou então a experiências registradas em sua Memória Genética (Padrões Ancestrais). Utilizamos essa sessão tanto para realizar o desbloqueio e ressignificação de eventuais traumas, quanto para buscar recursos, vivenciados no passado ou impressos na Memória Genética, e que possam auxiliar a pessoa a viver melhor.
Através de uma técnica denominada Matriz da Identidade, alinhamos e construímos o entendimento entre as “várias partes” do indivíduo: Essência, Potencial, Limitação, Proteção, Defeitos e Sombra. Desse entendimento, surge então a Reestruturação do Autoconceito, da Autoimagem e da Autoestima da pessoa.
É como se você fosse uma empresa, na qual os vários departamentos estão falando uma linguagem própria, todos acreditando que estão fazendo o melhor pela empresa, entretanto, estão levando a empresa à falência ou baixa produtividade. Uma vez que todos comecem a se entender, falando a mesma linguagem, a empresa volta a crescer, firmando a sua marca (Identidade) no mercado…
Fortalecimento da autoimagem e da autoestima através da recriação lúdica da Jornada ou Saga do Herói, levando assim o indivíduo a experienciar-se como seu próprio herói…
Através de estudos de religiões e mitologias comparadas, Joseph Campbell constatou que a saga ou jornada de todos heróis (reais, fictícios ou mitológicos) possuem uma mesma estrutura: todo herói ouve um chamado; rompe ou transpõe um portal; enfrenta demônios; recebe recursos através de Mentores ou Guardiões (aqui o indivíduo entra em contato com os Mentores/Guardiões de sua jornada); cumpre sua jornada e volta para os seus… Esta técnica se revelou como potente reestruturadora da capacidade dos indivíduos assumirem a condição de Protagonistas da Própria História ou, como dizemos metaforicamente, “assumir a direção do carro da própria vida”.
Aqui levamos o indivíduo a revisar e lançar Luz em sua Linha do Tempo. Purificando e equilibrando o Passado (eliminado, por exemplo: a raiva, a mágoa, a culpa, o ressentimento, a impotência, etc.); o Presente e o Futuro (eliminando, por exemplo: o medo, a ansiedade etc.). Aproveitamos a ida ao futuro (progressão de memória) para visitar assim um objetivo já realizado.
A Sabedoria Interior, Ancestral pode ser resgatada e revivida através de práticas especiais. O propósito desta etapa, através de técnica lúdica de visualização e meditação, é levar o indivíduo assim ao reencontro de sua intuição e de seu crescimento pessoal…
Bom, agora você já sabe que é possível, de fato, reprogramar a mente. Como todas as coisas na vida, é preciso o uso do livre-arbítrio, de tomar-se a decisão de melhorar (e para melhorar não é preciso estar ruim) e assim evoluir sempre.
Gostou do artigo? Quer saber mais como reprogramar a mente? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em te ajudar.
Valdecy Carneiro
http://valdecycarneiro.com.br/
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